sábado, 2 de fevereiro de 2013

Começa em março entrega da declaração do IR 2012


Posted: 29 Jan 2013 06:07 AM PST
Começa em março entrega da declaração do Imposto de Renda

Quem tem certificado digital pode conseguir todas as informações das declarações anteriores pela internet

O prazo para declarar o Imposto de Renda de Pessoa Física de 2013 começa em pouco mais de um mês. A Receita Federal deverá divulgar nas próximas semanas, as regras para o envio da declaração.

O prazo para entregar a declaração vai de março a abril. 

Antes mesmo dessas divulgações, porém, já é possível começar a se preparar para preencher o documento. Até porque, quanto mais cedo for feito o envio, maiores serão as chances de receber a restituição nos primeiros lotes. 

Resgatar comprovantes guardados em pastas e gavetas é o primeiro passo. Incluem-se aí recibos de consultas médicas, boletos de mensalidade escolar, contratos de compra e venda de imóveis e notas fiscais de bens que precisam ser declarados, como automóveis. 

No ano passado mais de 310 mil declaram IR no Estado Segundo Receita Federal em Mato Grosso do Sul, o ano passado mais de 318 mil declarações foram feitas. Em 2011 foram 310 contribuintes que apresentaram seus rendimentos. O economista Marcos Paulo Nóbrega, disse que normalmente muita gente deixa de incluir despesas na declaração do imposto de renda justamente porque não encontram os comprovantes.  É necessário que a pessoa guarde tudo pois será para benefício próprio. A dica é elaborar uma pasta especial e deixar ali marcado como "comprovantes do IR", e aí quando for elaborar, não terá problema algum", afirmou.Quem comprou um imóvel em 2012 deverá informar, ainda, dados adicionais. 

Entre esses dados estão nome e CPF do vendedor e forma de pagamento. Essas informações podem ser encontradas no contrato, que também pode ser separado desde já. Quem vendeu um imóvel precisa declarar o ganho que teve com a operação. 

As empresas e os bancos são obrigados a enviar, até 28 de fevereiro, os informes de rendimentos dos funcionários e clientes. No caso dos bancos, geralmente o informe pode ser consultado facilmente no site da instituição. 

Os especialistas alertam que é importante não separar só os seus próprios documentos, mas também os dos dependentes. "Muitos dependentes têm rendimentos e patrimônio em seu nome, e isso deve ser colocado na declaração", diz Nóbrega. (AB)

Dicas para elaborar a declaração de 2013 com os dados corretos

1) Comprovantes de despesas - Junte comprovantes de pagamentos das despesas que podem ser deduzidas, como recibo de consultas médicas e de mensalidade escolar. Esse cuidado é importante para quem faz a declaração completa. Quem faz a declaração simplificada não pode deduzir essas despesas. 

2) Informes de rendimentos - Apesar de empresas e bancos terem até 28 de fevereiro para enviar os informes anuais de rendimentos aos funcionários e clientes, em alguns casos a entrega é antecipada. Bancos, aliás, costumam permitir que o cliente acesse o informe em seus sites. Separe o que já estiver disponível. 

3) Recibo do ano passado - Encontre o número do recibo de entrega da declaração de 2012, que é obrigatório no preenchimento em 2013. Caso não encontre o seu, é preciso ir até uma unidade da Receita Federal. Quem tem certificado digital pode conseguir o número pela internet. 

4) Contratos e notas fiscais - Quem comprou carro, moto ou imóvel em 2013 precisará informar, na declaração, o valor e as condições de pagamento, o nome do vendedor e a data da compra, entre outras coisas. Por isso, é importante separar, desde já, os contratos e notas.

5) Informações de dependentes - Quem tem dependentes precisa colocar na declaração os dados pessoais e informações sobre a vida financeira deles, como rendimentos e patrimônio. Separe a documentação que comprova essas movimentações.

Fonte: 28/01/2013 - Estado de Minas Online
O objetivo desse Blog é apresentar essa fantástica e importante tecnologia, de forma simples, para que pessoas que não dominam aspectos técnicos também possam acompanhar a evolução da adoção da Certificação Digital e o universo que gira ao seu redor. Compartilhe.

Fonte: Blog Certsign

Escritório Contábil Também Precisa de Planejamento Estratégico


Escritório Contábil Também Precisa de Planejamento Estratégico

O advento do Sistema Público de Escrituração Digital – SPED é mesmo surpreendente. Esta importante ferramenta gradualmente vem transformando não apenas as relações entre os contribuintes e o fisco, mas a própria maneira de se administrar uma empresa. Os exemplos são muitos, entretanto alguns são emblemáticos, como o caso dos escritórios contábeis.

A cada mudança promovida no cenário tributário e fiscal brasileiro, o mercado formado pelas contabilidades absorve uma parte do impacto gerado. O surgimento de diversas novidades previstas para 2013, como o SPED para empresas de lucro presumido, a partir de janeiro, ou o início do SPED Social, em junho, certamente sinalizam grandes oportunidades.

Os últimos dois anos têm sido de muito aprendizado para o mercado contábil, que frente a todas as exigências de readequação, tem trabalhado em ritmo alucinante. Agora, passado esse período mais conturbado, chegou o momento de promover um balanço geral, parar e analisar o que já foi feito e o que ainda precisa ser realizado.

Quais oportunidades podem ser geradas? Onde é necessário rever e analisar as decisões? Como reduzir custos, readequar processos e projetar o futuro? São muitas perguntas, mas certamente todas devem ter respostas satisfatórias.

Ao conversar com os empresários e gestores de empresas contábeis, algo surpreendente sempre aparece. Desta vez, foi possível constatar que é muito pequeno o numero de escritórios que tem um planejamento estratégico estruturado e formalizado. Antes da chegada do SPED poderíamos até achar aceitável esta realidade, mas as responsabilidades frente aos negócios de seus clientes têm mostrado que só se sustentarão os escritórios melhores estruturados, sabedores do caminho que desejam seguir e aonde devem chegar para obter sucesso.

Mesmo assim, muitos empresários contábeis ainda se perguntam por que implementar o um planejamento estratégico no escritório. Ao analisar esta questão vale fazer uma pequena reflexão. Mas para fazê-la é necessário, antes de tudo, que o gestor responda a algumas perguntas fundamentais:

Como será meu escritório daqui a um ano? Quem eu quero como cliente? Que faturamento posso ter? Quantos funcionários terei? Qual o perfil dos clientes e dos funcionários que quero em minha empresa? Como será o escritório do futuro daqui a 5 anos? Com a evolução do SPED, imagine como será o mercado e os seus serviços, os softwares, os honorários, o trabalho, a concorrência. Afinal, como você imagina o mercado amanhã?

Os planejamentos estratégicos são importantes porque promovem o amadurecimento constante da empresa, do time de colaboradores, ampliam a visão dos negócios. É o momento em que se renovam as oportunidades e se tomam as decisões mais ou menos impopulares.

O tema estratégia, quando devidamente compreendido pelo dono do escritório, costuma se tornar uma paixão sem limites. Primeiro, porque a sua concepção força o profissional a se questionar constantemente sobre qual é o seu verdadeiro papel na empresa.

O olhar estratégico faz com que um gestor passe a gerenciar melhor os problemas do dia a dia, porque o seu foco muda: passa da fase de “discutir os problemas” para o de questionamento sobre “como transformar os problemas que surgiram em oportunidades para a empresa”, com o objetivo de tomar as decisões mais consistentes.

Outro fator relevante é aquele em que o gestor se obriga a definir claramente o motivo para o escritório existir; em que pontos ele não pode se descuidar para manter o sucesso; em qual direção a organização deseja seguir, entre outros aspectos. Sem estas definições é o mesmo que estar num barco à deriva em alto mar, você vai para não se sabe onde.

Além da importância de comunicar com clareza todas as informações para os funcionários, o planejamento estratégico esclarece estes pontos para o próprio gestor. Parece brincadeira, mas cada vez que um empresário participa de um processo de concepção estratégica, acaba tendo que decidir suas incertezas, refletindo sobre diversos temas: sucessão; participação de familiares nos negócios; clientes; e isto acaba beneficiando o escritório como um todo. Também é interessante saber diferenciar as fases em que cada dono ou gestor se encontra, para que as decisões sejam tomadas corretamente.

Concepção estratégica ou raciocínio estratégico é o exercício de lançar um olhar diferenciado sobre uma situação comum. É tentar enxergar o que os outros não veem. E o resultado deve ser formalizado através de um planejamento estratégico. Nele, mais importante do que metas academicamente perfeitas são as ações que efetivamente podem ser realizadas pelo escritório.

Quando o assunto é estratégia, os resultados que se desejam ter no futuro começam a ser construídos com atitudes concretas no presente. Lembre-se: se a competência do seu escritório é uma arma poderosa, o planejamento estratégico é a mira que racionaliza os recursos e potencializa o resultado.

Ao decidir fazer um planejamento estratégico, contrate ajuda externa, pois ela pode ser muito importante para a resolução de conflitos e análises críticas. Este é o primeiro passo para ter sucesso e realizar excelentes negócios.

(*) Carlos Meni - CEO da Prosoft Tecnologia.

sábado, 26 de janeiro de 2013

A Contabilidade como Ferramenta Tributária

A Contabilidade como Ferramenta Tributária


O Lucro Real para algumas empresas é obrigatório e para as outras que não estão obrigadas pela referida tributação pode representar economia de tributos. A opção pelo lucro real pressupõe contabilidade em dia, conciliada e com composição de saldo das contas.
 
Para optar pelo lucro real a empresa deverá manter sua escrita contábil em dia e conciliada, não basta apenas que a documentação esteja lançada na contabilidade, mas que os saldos das contas contábeis estejam conferidos e conciliados de forma que o setor contábil tenha a composição dos saldos constantes no balanço contábil.
 
Ao fazer a conciliação das contas patrimoniais e de resultado, o Contabilista deverá atentar para diversos itens de conciliação, a título de exemplo:
 
a) A conta de duplicatas a receber deve estar conciliada com o relatório de contas a receber. O Contabilista a cada período ou fechamento de balanço deverá solicitar ao financeiro da empresa a posição das duplicatas a receber naquela data, esse procedimento evita erros contábeis, por exemplo o lançamento a maior de Receitas que proporciona o pagamento a maior de tributos (PIS, COFINS, IRPJ, CSSL, ICMS, Simples e outros);
 
b) A conta de estoque deve estar conferindo obrigatoriamente com o total da posição do Inventário a cada trimestre (Lucro Real Trimestral) ou fechamento anual do balanço (Lucro Real Anual, Lucro Presumido e Simples), se e a empresa apura o Imposto de Renda anual com suspensão ou redução, mês a mês deve manter um relatório de estoque não sendo necessário o registro no Livro de Inventário. O Contabilista deve atentar para o preço unitário de cada mercadoria ou produto, podendo avaliar as mercadorias compradas para revenda pelo valor das últimas aquisições menos o ICMS. No caso de fabricação de produtos a matéria-prima pode ser avaliada pelo preço das últimas aquisições menos o ICMS e IPI, os produtos acabados avaliados por 70% do maior preço de venda (sem deduzir o ICMS) e os produtos em elaboração avaliados por 56% do maior preço de venda (sem deduzir o ICMS);
 
c)   Se houver investimentos em coligadas ou controladas verificar se estão avaliados pelo método da equivalência patrimonial e quando estiverem solicitar balanço a essas empresas para efetuar os lançamentos contábeis, lembrando que sobre o resultado positivo da equivalência patrimonial não incide tributação (IRPJ, CSSL, PIS, COFINS) e no caso de resultado negativo são indedutíveis para fins de IRPJ e CSSL;
 
d)   As contas do Imobilizado e Intangível devem estar de acordo com os controles patrimoniais da empresa, caso não existam o Contabilista deverá manter planilha comprovando as despesas de depreciação e amortização contabilizadas, bem como, através de visualização do Razão Contábil verificar se estão corretos os lançamentos de aquisição do imobilizado e se nas vendas foram baixadas as depreciações e o custo contábil dos bens vendidos;
 
e)   Os tributos a pagar em dia devem conferir com o pagamento no mês seguinte, os tributos a pagar em atraso devem ser relacionados em planilhas a parte para contabilização dos juros e multas e posterior conferência com os saldos contábeis;
 
f)    Empréstimos e financiamentos devem ser conciliados com o contrato objetivando a contabilização dos juros e das atualizações pelo período de competência;
 
g)   As receitas devem ser conciliadas com o livro de apuração do ICMS, IPI ou do ISS, para evitar lançamentos a maior ou a menor, com consequências tributárias. Até porque em uma fiscalização o fiscal tem o direito de exigir tais livros e;
 
h)   As despesas devem ser consistentes com relação à documentação suporte e à atividade da empresa, é importante que o Contabilista visualize, através do Razão Contábil, se não há distorções nos lançamentos contábeis das despesas ou classificação indevida.
 
Para fins de gerenciamento tributário um balancete bem preparado é essencial acompanhar, mês a mês, a situação do resultado tributável e sua projeção até o final do ano. Essa análise propiciará ao Contabilista, dentro o período-calendário, tomar providências reduzir o pagamento do IRPJ e da CSSL, porém se não efetuar o acompanhamento, após o término do ano, restarão poucas alternativas visando economia tributária.
 
Uma análise detalhada no fechamento dos balancetes mensais e no balanço anual propiciará economia de IRPJ e CSSL para empresa, pois cada lançamento contábil tem uma consequência tributária a favor ou contra a empresa. Nos próximos itens relacionamos alguns pontos que visam a economia de tributos incidentes sobre o lucro, com base na contabilidade da empresa.
 
Blog Guia Tributário

Dez mandamentos para escolher um sistema de Contabilidade

Dez mandamentos para escolher um sistema de Contabilidade


Eu costumo dizer que escolher um sistema para informatizar uma empresa, seja na área contábil ou gestão em geral, é uma missão difícil. São várias as situações que devem ser analisadas, pois depois da escolha feita é como se fosse um casamento e lógico que temos que nos esmerar no sucesso da relação, afinal queremos que seja duradouro, do contrário o que era para ser um investimento passará a ser um grande custo.
 
1. Tempo para conhecer
 
O primeiro fator para fazer a escolha certa de um sistema de contabilidade é a disponibilidade de tempo, pois serão necessárias muitas horas e dias para conhecer o máximo de sistemas possíveis existentes no mercado. Somente no Brasil, eu tenho catalogado aproximadamente 120 sistemas de contabilidade, sendo que 95% destas empresas são apenas regionais sem a mínima possibilidade de se aventurarem num mercado nacional, portanto, se a realidade de sua empresa contábil exige a legislação de diversos estados brasileiros ou municípios, os sistemas regionais estão fora da disputa. Na escolha do novo sistema todos envolvidos no processo deverão participar, diretoria, lideres e se possível os principais usuários, pois eles deverão conhecer e comparar cada sistema concorrente e desta forma diminuiremos a rejeição de usuários na implantação.
 
2. Tecnologia e intuitividade
A tecnologia é outro item importante para sua decisão, mas toda cautela é pouca porque ter um sistema com tecnologia de última geração não é garantia de um bom programa para sua empresa, afinal ele pode ser mal elaborado, dificultando o aprendizado do usuário por não ser lógico e intuitivo. A intuitividade é muito importante, pois um sistema complexo causa gastos incalculáveis devido a grande demora na implantação e treinamento. É muito grave um sistema ser difícil de usar, pois além de dificultar a qualificação de mão de obra do cliente, também afeta os profissionais de implantação da empresa desenvolvedora. Além disso, temos que saber que esta situação é para sempre, para todo novo colaborador de ambas as empresas. Não é difícil encontra contadores se queixando do trauma de implantação de sistemas complexos. Sistema complexo existe porque muitos são feitos por quem não entende do assunto e também pela falta de especialização no negócio.
 
É muito importante observar ainda se a tecnologia utilizada no desenvolvimento do sistema continua no mercado, pois existem muitas linguagens e bancos de dados descontinuados e consequentemente o sistema sofrerá com este problema.
 
3. Banco de Dados
Cuidado, o fato do banco de dados ser relacional não garante nada, nem segurança, desempenho ou estabilidade do sistema, é apenas uma tendência boa. Existe banco de dados proprietário ou terceirizado, pago ou gratuito, tabelas ou relacional. Tem empresa de software que produz seu próprio banco de dados, chamado de proprietário, isso para mim é fora de cogitação porque vai contra a especialização de negócio, acredito que temos que trabalhar com banco de dados terceirizado.
 
Entre o banco pago ou gratuito é uma questão de necessidade e disponibilidade financeira, mas acredito que para empresas contábeis o banco de dados gratuito é a melhor opção, pois pagar por terminais é um custo desnecessário para este segmento. Temos ótimas opções de bancos gratuitos e poderosos como o Firebirb, MySQL e PostgreSQL. Fique alerta com os bancos de dados pagos que oferecem opções gratuitas, é uma pegadinha, pois eles possuem limites de dados pouco espaçosos e após atingir o limite a solução é migrar para versão paga, além disso, as versões básicas pagas são inferiores tecnologicamente as gratuitas.
 
4. Observe os recursos do sistema
Tão importante quanto a tecnologia são os recursos dos sistemas, os quais considero fundamentais, pois são eles que darão produtividade para sua empresa. De nada adianta ter um sistema de última geração que não é prático, e mesmo vale para o banco de dados, já vi muito sistema escrito em banco de dados consagrado lento e mal elaborado.
 
5. Ouça referências com cautela
Ouvir a opinião de clientes do novo sistema também é importante, mas cuidado, pois existem empresas que oferecem benefícios como comissões, patrocínios, viagens, enfim; para que seus clientes digam referências positivas; desta forma você terá informações distorcidas e pode investir em uma cilada. A melhor dica é você conhecer profundamente os sistemas, pois as empresas são diferentes, podem ser mais ou menos exigentes, podem ter mais ou menos necessidades, por isso muitas vezes, o que serve para seu colega pode não servir pra você, ou seja, faça sua escolha baseado nas suas necessidades.
 
6. O barato pode custar caro
Para trocar de sistema é importante que a nova empresa ofereça grandes vantagens, e entre elas eu não aconselho a troca por preço, pois neste momento você certamente estará cometendo o maior erro de todos. De ênfase para a empresa que contemple um bom sistema e atendimento qualificado, logicamente o preço não pode ser tão desproporcional.
 
7. Invista em implantação com treinamento
A implantação tem que ser planejada para ser bem sucedida, mas este processo é o mais caro, pois exige tanto da empresa contratante como da contratada. Aconselho um investimento em boas horas de treinamento, algo próximo de 50 horas para implantação do trio principal, contábil, folha e fiscal, em uma empresa com 12 terminais. Estes números podem aumentar ou diminuir conforme o comprometimento e conhecimento da equipe a ser treinada.
 
A pratica de não cobrar o treinamento deve ser vista com cautela, é um ato muito suspeito, pois tira o compromisso do fornecedor. Concertar o estrago da falta de capacitação de sua equipe na utilização da sua principal ferramenta de trabalho será muito mais oneroso, além de gerar atrasos e insatisfação dos seus clientes.
 
8. A verdade e o que você quer ouvir
Cuidado com frases como: “O meu sistema não dá pau” e “ele é o melhor do mercado”. Quem disse isso e qual a sua motivação? Por que estão vendendo esta ideia? Se questione para não fazer parte da massa seguidora de moda, afinal suas escolhas afetam sua equipe e podem acabar com sua empresa ou fazê-la prosperar.
 
Grupos de empresas contábeis ou de empresários influentes também podem ser corrompidos, ou mesmo possuir um ego exacerbado com a necessidade de afirmar que as suas escolhas são sempre as melhores.
 
Os sistemas são vivos, estão sempre em construção, por isso não existe sistema sem erro, quem diz o contrário está mentindo. O que é importante observar é se a empresa de sistema é transparente nos ajustes, se oferece um atendimento que solucione as insatisfações, se está preocupada com as necessidades de seus clientes. Isso porque a postura que você deve buscar da empresa de sistemas é de parceira e não apenas mais um fornecedor. E lembre-se que o respeito deve ser mútuo, assim sua empresa será sempre bem atendida, pois ninguém gosta de atender pessoas chatas, arrogantes e furiosas.
 
9. Foque na sua necessidade
A empresa contábil deve ter um sistema contábil, fiscal e de folha no qual confie plenamente, ferramentas secundárias não devem motivar a troca de sistema, pois podem ser integradas e incorporadas; portanto ao ver uma demonstração conheça profundamente as ferramentas que necessita e depois invista seu tempo conhecendo as ferramentas secundárias.
 
10. Sistemas genéricos ou especialistas
A especialização é um dos principais itens para a escolha do novo software. Há 10 anos não tínhamos muitas opções no mercado, então os empresários eram obrigados a usar sistemas que nada tinham haver com seu ramo de atividade tendo que se adaptar as ferramentas. Hoje a realidade é bem diferente, os sistemas especialistas estão ganhando o mercado e os sistemas genéricos terão muitas dificuldades para manter a sua clientela.
 
Dificilmente um sistema genérico vai ser melhor que um sistema especialista, por isso também não acredito na fabula das empresas que desenvolvem sistemas contábeis oferecerem soluções de gestão empresarial para os clientes das empresas de contabilidade. A falsa vantagem da integração cai por terra em função da falta de especialização. Jamais um sistema de gestão empresarial vai ser bom para tantos mercados diferenciados como são os seus clientes: farmácias, escolas, mecânicas, lojas, condomínios, mercados, clinicas médicas, transportes, confecções, veterinárias, tinturarias, imobiliárias, postos de gasolina, serviços, enfim.
 
Verifique se o sistema que você vai escolher oferece integração com os sistemas de gestão utilizados pelos seus clientes, afinal é disso que você precisa, do contrário, se tornará um vendedor para seu fornecedor de software. Só complementando, com a implantação da nota fiscal eletrônica e sped fiscal as integrações ficaram mais fáceis, padronizadas em todo País, e desta forma podemos integrar com qualquer sistema de gestão, isso é fato e já acontece.
 
Outro item importante da especialização é a questão da diversificação no desenvolvimento, a vontade do empreendedor de enriquecer abraçando outras áreas também deve ser analisada com cautela, é importante que o fornecedor de sistemas esteja focado em tecnologias contábeis, pois quem desenvolve muitos tipos de sistemas acaba não sendo especialista e consequentemente deixará a desejar nos recursos e atendimento, até porque provavelmente que ele usará a mesma equipe.
 
Vale lembrar que você não deve ter preconceito, dando oportunidade para todas as empresas, só assim fará uma escolha estudada, baseada no conhecimento, na comparação e na solução das suas necessidades. Com certeza existem mais itens que devem ser observados, mas estes são os que considero fundamentais.
 
Fonte: Contabilidade na TV

A importância da contabilidade

A importância da contabilidade


Cada vez mais, as pequenas e microempresas percebem a importância da contabilidade. Sábia decisão, pois a correta gestão da contabilidade oferece total tranquilidade para que as empresas trabalhem com dedicação no desenvolvimento e sucesso de seus negócios, sem qualquer risco de estarem descumprindo seus compromissos legais com o fisco, as normas de controle e a burocracia em geral do Brasil, que, aliás, não é pouca, sendo considerada por muitos um dos empecilhos à competitividade de nossa economia. As vantagens, porém, não param por aí.
 
A boa contabilidade também é fundamental para que a empresa, independentemente de seu porte, defina, por exemplo, qual o melhor regime para efetuar sua tributação. Simples Nacional? Lucro Presumido, Arbitrado ou Lucro Real? O profissional especializado saberá qual a melhor alternativa ou o momento certo para fazer a transição de um modelo para outro, sempre atento ao melhor resultado em termos financeiros e de lucratividade.
 
Outro grande benefício da prática contábil eficaz é algo decisivo para o sucesso, crescimento e perenidade dos negócios: planejamento e equilíbrio entre receitas e despesas, de modo que a empresa esteja sempre saudável nos planos econômico e financeiro, e não corra riscos de inadimplência, trabalhistas e descrédito perante seus clientes, fornecedores e rede de relacionamento.
 
Essa visão relativa ao equilíbrio contábil não deve limitar-se à análise mensal mas, sim, contemplar um planejamento adequado para todo o ano, visando equacionar os investimentos necessários, contratação de profissionais, compra de equipamentos e plataformas tecnológicas, marketing e todos os itens necessários ao crescimento e aperfeiçoamento do negócio. A correta contabilidade permite esse olhar mais amplo sobre o futuro de modo responsável e seguro.
 
É muito importante ter tudo isso em mente no início de um novo ano, que começa com boas perspectivas para a economia brasileira, considerando que a previsão do crescimento do PIB em 2013 é de pelo menos 3%. A indústria, que sofreu em 2012, também mostra sinais de recuperação e otimismo, e vêm aí Copa das Confederações, Copa do Mundo, Olimpíada e investimentos em infraestrutura. Ademais, o país entra no ano novo praticamente com pleno emprego. As promessas são muito positivas. Aproveitá-las para crescer é fundamental, mas sempre tendo em mente o significado da contabilidade nossa de cada dia para se fazer isso com mais eficiência e segurança.
 
Fonte: Geuma Nascimento/ Jornal do Brasil

A promissora carreira de Controller

A promissora carreira de Controller


Mercado aquecido, grandes chances de crescimento e salários de cerca de 20 mil reais mensais. Essas são algumas das oportunidades que um profissional de Controller bem preparado encontra em sua carreira.
 
O Controller é um profissional de contabilidade especializado em controladoria para empresas privadas e públicas. A atual situação é de alta demanda por esses profissionais devido ao alto volume de serviços necessitados pelas empresas, e mais ainda pela falta de profissionais especializados nesse segmento, gerando um deficit de mão de obra e alta procura por parte das organizações.
 
Porém, essa é uma função relativamente nova dentro das empresas, que ainda não estão totalmente habituadas com o papel desse profissional. No Brasil, até mesmo as grandes empresas enxergam o Controller como aquele que vai fazer a conversão do balanço em moeda estrangeira, que vai fazer o comparativo do orçamento anual do previsto com o realizado.
 
Além da formação em contabilidade, esses profissionais têm que ter uma visão econômica, financeira, estratégica e as vezes até operacional da empresa. Pois, eles devem, em conjunto com os estrategistas da empresa, planejar e coordenar as estratégias a serem traçadas, e através dos resultados realizados, prever qual será a tendência dos resultados futuros.
 
Não se pode mais estabelecer a função do Controller como o gerente da controladoria, mas sim como o profissional mais completo em termos de gestão empresarial, que exerce uma função muito mais importante do que se imagina.
 
Fonte: Blog Fipecafi

Você sabe o que é Governança Corporativa?

Você sabe o que é Governança Corporativa?


Abordando de forma geral as questões de finanças, contabilidade, relações com investidores, estratégia, controle, compliance, gestão de riscos, direito e sustentabilidade, a Governança Corporativa é o conjunto de processos, políticas, leis, regulamentos e instituições que regula a maneira com que uma empresa deve ser administrada ou controlada. Para atuar nessa área, o profissional deve ter conhecimento de finanças, direito, comunicação e contabilidade.
 
Este profissional é capacitado a conduzir sua área de atuação em meio às diversas mudanças que dominam as atuais estruturas organizacionais. Dominando os instrumentos e mecanismos regulatórios nacionais e internacionais, este profissional tem bons conhecimentos nos campos de Transparência, Riscos, Governança Corporativa, Globalização dos Negócios e Desenvolvimento Tecnológico, a fim de atender as transformações e exigências das organizações sobre os riscos operacionais e controles internos.
 
As principais funções desse profissional são: a “Disseminação de cultura”, em que atua com as mudanças nas práticas de gestão, motivação com base em valores e mecanismos de adesão, e “Gerenciamento de Riscos” , identificando avaliando, monitorando os riscos, definindo os controles e aplicando uma gestão integrada. 
 
Fonte: Blog Fipecafi